quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

"O CLUBE DO IMPERADOR"



Filme exibido no dia 08/11/2009, na Atividade de Videopesquisa da Assipec - Associação Internacional de Pesquisas da Conscienciologia - Jundiaí - SP.

O filme conta a história do professor Hundert, que leciona num colégio de rapazes frequentado pela nata da sociedade americana. Filhos de gente rica e importante. O professor é um apaixonado pela História antiga e suas aulas são cheias de emoção e alegria. Mas um aluno começa a incomodar. É um rapaz arrogante, filho de um respeitado senador, que inicia uma guerra particular com o mestre. Uma batalha de egos e vontades que dura mais de vinte e cinco anos.






INFORMAÇÕES SOBRE O FILME


Título Original: The Emperor's Club

Gênero: Drama

Tempo de Duração: 104 minutos

Ano de Lançamento / Origem: 2002 (EUA)

Direção: Michael Hoffman

Elenco: Kevin Kline (Prof.Hundert); Emile Hirsch (Sedgewick Bell); Harris Yulin (Senador Bell); Paul Dano (Martin Blythe); Joel Gretsch (Sedgewic Bell mais velho); Steven Culp (Martin Blythe mais velho);

Classificação Etária: inadequado para menores de doze anos.


RESUMO DO DEBATE APÓS A EXIBIÇÃO DO FILME

1. Materpensene do filme: Assistencialidade através da TARES, utilizando como ferramenta educativa a Biografologia, com foco no exemplarismo de trafores de Imperadores gregos e romanos.


2. Biografologia. A Biografologia é a Ciência para pesquisa das biografias enquanto registro exemplarístico das vidas de consciências humanas[1]. É a técnica que o professor William Hundert (Kevin Kline) utiliza para transmitir informações sobre caráter e valores morais aos seus alunos.


3. Gescon. A questão da gestação consciencial é abordada pelo professor Hundert ao mencionar Shutruk Nahunte, que foi uma personalidade com grandes ambições e conquistas, mas que não tem registros na história.Grandes feitos não tem significado algum se não deixarem uma contribuição. O professor questiona então os alunos sobre qual será a contribuição de cada um.


4. Ficha Evolutiva Pessoal. O professor Hundert ressalta também a importância da construção da nossa história pessoal e que esta deve ser escrita por cada um de nós antes do final da vida. Nós somos os responsáveis pela nossa trajetória; o fim depende do começo e temos que avaliar nossa existência procurando assim reciclar eventuais desvios de proéxis.


5. Egocentrismo / Assédio. O aluno rebelde, Sedgewick Bell (Emile Hirsch), filho de um influente senador, demonstra caráter egocêntrico, manipulando as pessoas e situações em benefício próprio. Os demais alunos parecem sofrer de amaurose coletiva (cegueira) em relação às deficiências de caráter de Sedgewick e seguem-no em seus desatinos por toda parte.









6. Proéxis. O professor tem muita firmeza em relação à sua proéxis como “formador de cidadãos”, atuando inclusive na formação do caráter de seus alunos. Muitos desses alunos vinham para o Colégio St. Benedict numa idade em que seus valores morais de norma e conduta ainda estavam sendo construídos. O professor Hundert, através de suas atividades educacionais associadas à Biografologia, busca despertar esses valores nos seus alunos.


7. Cosmoética. O Prof. Hundert procura agir segundo seus princípios éticos pessoais e acredita no potencial de cada um dos seus alunos. Na primeira etapa de preparação para o concurso Júlio César , o professor percebe a falta de motivação de Sedgewick, apesar de saber que o rapaz reune condições para se qualificar; resolve conversar individualmente com o aluno emprestando-lhe inclusive seu livro pessoal, indicando quais os capítulos que poderiam ajudá-lo. A intenção do professor é acolhida por Sedgewick que se motiva e percebe que pode obter bons resultados no concurso. Apesar de bem intencionado, o professor comete um erro ao manipular o resultado da maratona que coloca as três pessoas na final do concurso. O professor acredita que Sedgewick tenha percebido seu potencial para competir na final em condição de igualdade com os demais finalistas.


8. Autoculpa/ Perdão. O professor, ao perceber que Sedgewick não mudou o seu caráter, apesar de ser inteligente e ter tido chances para isso, arrepende-se por ter prejudicado outro aluno (Martin Blythe). Mas encontra coragem para admitir seu erro e se redimir junto a Blythe.


9. Responsabilidade. O senador Bell, pai de Sedgewick, se mostra muito arrogante, e com vários trafares, como: belicismo, tabagismo, alcoolismo, contravenção, suborno, importando-se apenas com aparências e status social. Como ele se considera uma pessoa bem sucedida, a moldagem do caráter de seu filho deve ficar sob sua responsabilidade e não do colégio que dever ocupar-se apenas em transmitir-lhe informações de cunho educacional. Ele e o filho tinham um relacionamento frio, sem diálogo.


10. Evocação de holopensene. Algumas aulas são dadas com trajes iguais aos que os filósofos romanos utilizavam , a “toga”. A cor predominante do uniforme diário era o vermelho, muito usado no Império Romano e tinha o significado de nobreza e poder.







11. O significado do nome do filme: O Clube do Imperador. De uma forma analógica, o “clube” seria formado pelos antigos alunos do Professor Hundert, que tornaram-se os maiores nomes da indústria, direito, finanças, e ensino superior. E o “imperador” (presidente do clube) seria Sedgewick Bell. Quando eram estudantes da escola St.Benedict, Sedgewick já exercia forte influência sobre os colegas, e após vinte e cinco anos, conseguiu reuní-los e manipulá-los em benefício próprio, em sua campanha política.





12. Questionamentos:


Ética / Cosmoética. Conforme a ética convencional, o professor Hundert não foi ético ao incluir no concurso uma pergunta que não estava no currículo escolar (sobre Shutruk Nahunte), quando percebeu que Sedgewick estava “colando”. Mas, e em relação à Cosmoética? A intenção do professor foi fazer prevalecer a justiça. Essa atitude do professor terá sido anticosmoética?


Aspectos fenomenológicos. Quando Sedgewick entrou na sala de aula pela primeira vez, ele e o professor Hundert trocaram um olhar demorado, silencioso e profundo, como se soubessem que iriam enfrentar situações conflituosas entre si. Logo em seguida, o professor anuncia que no dia seguinte irão encenar uma peça: “Júlio César”, de Shakespeare, e imediatamente dirige-se a Sedgewick e lhe propõe o papel de “Brutus”, “o romano mais nobre de todos”[2]


Poderá ter ocorrido nesse caso, uma “leitura de campo energético?”


Brutus foi um líder político e militar romano, o filho único e adotivo de Júlio César, e um dos seus assassinos. “No dia 15 de março de 44 a.c., quando Júlio César entrava no Senado, os conspiradores o envolveram armados de punhais. Júlio César recebeu 23 punhaladas, e suas palavras derradeiras demonstram antes de tudo um coração dilacerado pela ingratidão, especialmente de Brutus:: Tu quoque, Brutus, fili mi! (Até tu, Brutus, meu filho!).”[3]


Curiosidade:


Júlio César: general, estadista, orador, historiador e legislador romano. Foi um dos homens mais cultos de seu tempo e um dos maiores chefes militares de toda a história. Seu nome tornou-se título honorífico dos imperadores romanos. Caius Julius Caeser nasceu em 12 ou 13 de julho de 100 a.C., em Roma.[4]


Frases. Eis algumas frases importantes pronunciadas no filme, dignas de reflexão:


“O caráter de um homem é seu destino” (Heráclito – filósofo grego pré-socrático; c540-480 a.C.).

“O fim depende do início” (autor desconhecido).

“Grande ambição e conquista sem contribuição não tem significado. Qual será a contribuição de vocês?” (professor Hundert, dirigindo-se a seus alunos, lembrando-lhes que Shutruk Nahunte não legou nada de significativo para a humanidade, apesar de ter sido uma grande personalidade).

“O importante não é viver, mas viver com retidão[5]” (Sócrates – filosofo grego; c470 a.C.-399 a.C.).


“A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada e a embriaguez passa, mas a estupidez dura para sempre” (Aristófanes – Dramaturgo grego; c. 447 a.C. - c. 385 a.C.).


“Impossível entrar duas vezes no mesmo rio. No fluir do tempo, uma oportunidade perdida, está perdida para sempre” (Heráclito – filósofo grego pré-socrático; c.540-480 a.C.).


”Todos nós em algum momento somos obrigados a nos olhar no espelho e ver quem realmente somos e, quando esse dia chegar pra você, vai se deparar com uma vida vivida sem virtude, sem princípios e, por isso, sinto pena de você” (Professor Hundert).







sábado, 11 de julho de 2009

"MINHA VIDA NA OUTRA VIDA"

Filme exibido no dia 31/05/2009, na Atividade de Videopesquisa, da Assipec - Associação Internacional de Pesquisas da Concienciologia - Jundiaí - SP.

Baseado em fatos reais,"Minha Vida na Outra Vida" conta a história de Jenny, uma mulher do interior dos Estados Unidos, que começa a ter visões, sonhos e lembranças de sua última vida intrafísica, como Mary, uma irlandesa que dessomou na década de 30. Intrigada, Jenny sai em busca de respostas para suas dúvidas. O filme aborda o tema da retrocognição como ferramenta assistencial.


INFORMAÇÕES SOBRE O FILME

Título original: Yesterday's Chidren

Gênero: Drama

Tempo de duração: 93 minutos

Ano de lançamento / Origem: 2000 / EUA

Direção: Marcus Cole

Elenco: Jane Seymour (Jenny Cole/ Mary Sutton), Clancy Brown (Doug Cole), Kyle Howard (Kevin Cole), Denis Conway (Father Kelly), Eoin McCarthy (John Sutton), Cillian Caffrey (Sonny), Stanley Anderson (Dr.Christopher Garrison), Claire Bloom (Maggie), Hume Cronyn (Sonny Sutton), ...

Classificação etária: Livre


RESUMO DO DEBATE APÓS A EXIBIÇÃO DO FILME

Materpensene do Filme: Assistencialidade através da recuperação de memórias retrocognitivas.

Aspectos Conscienciológicos / Fenomenológicos:

1. Autopesquisa: O desenvolvimento do potencial assistencial lúcido, em qualquer dimensão , é meta constante no processo evolutivo individual. Além de desenvolver esse potencial, é necessário também, que qualifiquemos o nível dessa assistencialidade, e, trabalhar o autoconhecimento é fundamental nesse processo. Nesse contexto, as vivências retrocognitivas são ferramentas valiosas, pois permitem a recuperação de informações que podem contribuir para a melhor compreensão da nossa atual existência (recuperação de cons).

A protagonista do filme, Jenny Cole, tinha um caráter questionador e investigativo que desde cedo lhe permitiu reunir informações para trabalhar sua autopesquisa. Jenny tinha sido uma criança que já em tenra idade tivera manifestações parapsíquicas retrocognitivas através de sonhos recorrentes com uma família irlandesa de sobrenome Sutton. Na sua fase escolar, Jenny, fazia desenhos retratando alguns dos locais que teriam sido palco dos acontecimentos desencadeados nos sonhos.

2. Retrocognição: A retrocognição é uma importante ferramenta evolutiva que permite à consciência acessar memórias associadas a eventos ocorridos em existências anteriores.

Os episódios retrocognitivos que Jenny Cole acessava retratavam a vida familiar de Mary Sutton, uma jovem senhora irlandesa que dessomara na década de 30 deixando seus filhos órfãos. Jenny tinha dificuldades de visualizar a figura de Mary, pois, na verdade, estava revendo cenas de sua existência anterior através de seus próprios olhos. A dessoma de Mary deixava Jenny profundamente perturbada com uma sensação constrangedora de culpa e abandono; a intensa vivência dessas emoções, retroalimentada pelos eventos retrocognitivos, norteou parte da vida de Jenny que tinha uma idéia fixa de reencontrar os filhos outrora deixados.

Jenny esforçava-se para enriquecer suas lembranças procurando descobrir possíveis nomes, datas que pudessem ajudá-la na reconstrução desse passado. Com esse intuito buscou recursos terapêuticos através da hipnose, pois tinha uma necessidade intrínseca de provar que suas lembranças eram verdadeiras e que tinha uma missão a cumprir junto àqueles que havia deixado.

3. Pensenidade / Assistencialidade: A contribuição dos retropensenes é importante na observação do padrão pensênico atual da consciência, pois na maioria das vezes estes são carregados no sentimento – ou seja, há uma predominância na atuação do psicossoma em detrimento do mentalsoma.

No caso da personagem Jenny, esta teve que aprender a controlar as emoções que os retropensenes causavam a cada experiência parapsíquica que vivenciava. O acompanhamento terapêutico associado ao apoio da família foram fundamentais no processo de superação das emoções o que lhe proporcionou um aumento no grau de lucidez. O padrão pensênico de Jenny passou então a ser norteado pelo mentalsoma o que lhe permitiu transformar seu amor maternal incondicional numa ferramenta evolutiva assistencial.

Assim, mobilizando membros de atual família, Jenny partiu rumo à Irlanda tentando resgatar toda e qualquer informação que lhe permitisse reconstruir seu passado. Chegando à cidade de Malahide, reconhece lugares que foram palco de episódios de sua vida anterior, busca ajuda junto ao padre da paróquia situada nas proximidades de sua antiga residência, vizinhos e pessoas mais idosas que possam ter vivido ou ter informações daquela época.

Depois de uma exaustiva busca acaba por localizar Sonny, filho mais velho na sua existência anterior. Esse reencontro acabou sendo o elo para que Jenny pudesse descobrir o paradeiro dos demais filhos deixados órfãos naquele passado nem tão remoto assim e promover o reencontro da sua antiga família.














terça-feira, 24 de março de 2009

"A PONTE DE SAN LUIS REY"





Filme exibido na primeira Atividade de Videopesquisa da Assipec - Associação Internacional de Pesquisas da Concienciologia - Jundiaí, no dia 08/03/2009.


O filme conta a estória do frei Juniper (Gabriel Byrne) que, em l714, investiga a vida de cinco pessoas que dessomaram na queda de uma ponte, a ponte de San Luis Rey, em Lima, no Peru.



O frei Juniper (Gabriel Byrne) escreve um livro sobre o caso, narrando a vida de cada uma das pessoas que dessomaram de forma a provar que Deus as uniu por uma razão, e não por acaso. O livro gera polêmica, fazendo com que o frei seja acusado pela Igreja Católica de cometer heresia.


INFORMAÇÕES SOBRE O FILME

Título Original: The Bridge of San Luis Rey

Gênero: Drama

Tempo de duração: 120 minutos

Ano de lançamento / Origem: 2004 (Espanha / Inglaterra / França)
Obs: Filmado anteriormente em 1929 e 1944

Direção: Mary MacGuckian

Elenco:
F. Murray Abraham (Vice-rei do Peru), Kathy Bates (Marquesa D.Maria de Montemayor), Gabriel Byrne (Frei Juniper), Robert De Niro (Arcebispo do Peru), Adriana Domínguez (Pepita), Harvey Keitel (Tio Pio), Pilar López de Ayala (Camila Villegas – La Perichole), Mark Polish (Manuel), Michael Polish (Esteban), Jim Sheridan (Rei da Espanha)

Classificação etária: inadequado para menores de 10 anos.

Filme baseado no livro de Thornton Wilder


RESUMO DO DEBATE APÓS A EXIBIÇÃO DO FILME


Materpensene. O materpensene do filme evidencia-se na proéxis do Irmão Juniper de “quebrar” o holopensene religioso cristalizado daquela época.
O filme se passa em 1714, e conta a estória do frei Irmão Juniper, que pesquisou a vida de cinco pessoas que dessomaram na queda de uma ponte, a ponte de San Luis Rey, em Lima, no Peru.
Ele achava que ninguém vem ao mundo à toa e que aquelas pessoas que dessomaram juntas estavam ali, naquela hora, naquele lugar, por algum motivo.
Assim, pesquisou a vida dessas cinco pessoas e escreveu um livro.
A Igreja, naquela época, tinha o poder sobre tudo e qualquer coisa que fosse contra aquele sistema doutrinal era considerado herético.
Não era permitido questionar nada e as pessoas tinham uma vivência robotizada.
O frei Juniper foi julgado por heresia e condenado pela Inquisição.
O filme intercala cenas do julgamento com cenas que representam a vida das cinco pessoas que dessomaram: a marquesa de Montemayor; tio Pio; Dom Jaime, filho de La Perichole; Pepita e Esteban.

Aspectos conscienciológicos:

1. Desvios de proéxis / Automimeses / Melin.
D.Clara, a filha da marquesa, tem como parte da sua proéxis a tarefa de ajudar a mãe e, no entanto, vai para a Espanha, provavelmente num processo de automimese.
Pepita, num desvio de proéxis, entrou em melin. Ela não queria acompanhar a marquesa, e sim continuar sua vida no convento, e, no futuro, dar continuidade ao trabalho da madre superiora. Porém, não achava certo nem corajoso abandonar a tarefa que lhe fora incumbida.

2. Síndrome da ectopia afetiva.
Ficou muito evidente a síndrome da ectopia afetiva. Vários personagens do filme deixaram claras “manifestações de amor” de forma desequilibrada, ou, um pseudoamor. Um amor que, na verdade, eles queriam para si mesmos.

3. Pressão holopensênica / Interprisão grupocármica.
A pressão holopensênica era muito forte e as pessoas não conseguiam ir contra o holopensene, carregado no sentimento, estabelecendo assim as interprisões grupocármicas.

4. Afinidade pensênica.
A característica comum das cinco pessoas que dessomaram na ponte é a afinidade pensênica, já que não conseguiram em vida o amor que almejavam.

5. Teia multidimensional.
O filme mostra o “destino” enlaçando os personagens nas suas decisões.

6. Reciclagem intraconsciencial e existencial.
A personagem La Perichole, com a perda do filho e o tio Pio, e também com o acometimento da varíola, que transformou a sua beleza física da qual ela tanto se orgulhava, em motivo de vergonha e clausura, no início revoltou-se, mas depois compreendeu que tudo aquilo não era mais do que uma paixão passageira, vaidade, e não o verdadeiro amor.

7. Amparadores.
Podemos apontar como amparadores, tio Pio, que não abandonou La Perichole por causa de sua doença e que levou Dom Jaime consigo para que pudesse ter uma educação apropriada. E também o capitão, que salvou Esteban da tentativa de suicídio e lhe ofereceu amparo para continuar a viver, pois este encontrava-se muito fragilizado com a perda do irmão gêmeo.

8. Simbologia.
A ponte pode simbolizar a ligação entre as dimensões intrafísica e extrafísica.


CONSIDERAÇÕES FINAIS

O filme possui conteúdo retrocognitivo: lugares, situações, costumes de época.
Certamente muitos de nós já vivenciamos essa experiência em outras existências, o que explica a dificuldade de comunicação e expressão de algumas pessoas hoje.
Atualmente há maior liberdade de expressão e podemos falar praticamente sobre tudo, nos jornais, nas rádios, na televisão, na internet; mas ainda existe muita pressão grupocármica e condições parapolíticas estagnadoras.


QUESTIONAMENTOS:

1. Teria o frei Juniper uma ligação com aquelas pessoas que dessomaram?
2. A cena da retirada do colar do quadro de Velásquez teria sido um fenômeno parapsíquico ou é apenas uma simbologia para demonstrar que a marquesa faria qualquer coisa para agradar a filha e conquistar o seu amor?
3. O pesquisador frei Juniper fala que “todos nós já tivemos pesadelos onde estamos caindo num precipício”. Isso poderia estar associado a algum retorno rápido de possíveis projeções?


Obs: As imagens postadas aqui foram retiradas de: http://search.creativecommons.org/

Trailer - A Ponte de San Luis Rey

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